sábado, 3 de novembro de 2012

A importância da dieta no Autismo

Muitos pais vem relatando as mudanças positivas seja no estado de saúde que no comportamento dos filhos com autismo e distúrbios relacionados, quando seguem uma “dieta especial”, que consiste na eliminação do glúten, caseína e outras substâncias possivelmente tóxicas, como glutamato monossódico, corantes, conservantes e adoçantes artificiais. São convintos que com essa mudança da alimentação cotidiana, possam melhorar os sintomas autísticos e as crianças ter melhor qualidade de vida. O autism Research Institute (ARI) conduziu uma pesquisa entre milhares de pais e verificaram que 60% dos faziam os filhos seguirem a dieta sem glúten e caseína, perceberam melhorias e também uma recente pesquisa do Autism Speaks, a maior associação de pais americanos, 82% descreveram uma visível mudança no contato ocular, na linguagem, na atenção, na constipação, diarréia, no sono, na hiperatividade entre outras.
  • Crianças autistas tem problemas com alguns alimentos que tem um impacto negativo sobre os seus sintomas comportamentais, cognitivas e físicas,
  • A alimentação tem um efeito direto sobre intestino inflamação intestinal e capacidade digestiva, que por sua vez, afetam a fisiologia e funcionamento do cérebro.
  • As deficiências nutricionais são muito comuns no autismo
  • São muitos comuns problemas intestinais e deficiência de enzimáticas digestivas
  • Digestão, detoxicação e função imunitária são muitas vezes comprometidas. É comum um crescimento excessivo de fungos (Candida albicans. A intervenção dietética influencia esses transtornos observados no autismo.
  • A intervenção dietética influencia esses transtornos observados no autismo. A cura dos problemas intestinais, tem uma influência muito positiva no cérebro.
  • Resolver os problemas intestinais, aumenta a absorção das substâncias nutritivas e quando o nível de nutrientes melhora, os vários órgãos funcionar melhor, incluindo o cérebro.
  • Eliminar os alimentos que contêm toxinas (tais como aditivos artificiais), que influenciam negativamente na química do cérebro, alivia a carga sobre o fígado e do sistema de detoxificação e favore uma melhora na função cerebral e dos comportamentos.
  • Evitando alimentos que favorecem a inflamação (glúten, caseína e outros) melhoramos o sistema digestivo e imunitário.

Por que Neuroeducação?

Grande parte do fascínio das Neurociências está em sua capacidade de estudar os aspectos mais complexos do cérebro humano.

 Como é possível contemplarmos imagens de beleza majestosa e ouvirmos músicas que tocam nossa mais profunda emoção. Mais inconcebível ainda, como podemos contemplar nossa existência e conceituar nossa própria mortalidade? Certamente, o cérebro humano, uma massa de 100 bilhões de neurônios, conversando uns com os outros via neurotransmissores e impulsos elétricos, é um órgão maravilhoso e espantoso!
neuroeducacaoApesar desse fascínio, por décadas os neurocientistas se mantiveram nos níveis mais primários de funcionamento do cérebro, trabalhando exaustivamente em experimentos para entender como determinadas moléculas e células nervosas trabalham. Para complicar as coisas, grande parte dessa inestimável pesquisa foi baseada não em cérebros humanos, mas em estruturas nervosas de lesmas do mar, peixe-zebra e macacos Rhesus. A maioria dos avanços científicos ao longo da história são resultado dessas pesquisas e as metodologias nela utilizadas permanecem como pedras angulares de como a Ciência deve prosseguir. No entanto, isso faz com que os neurocientistas procurem fugir de questões de fundo cognitivo, artístico ou filosófico. Consequentemente, quando eles se deparam com o conceito de Neuroeducação, a reação típica é de perplexidade do quanto as Neurociências poderiam contribuir com a Educação.
Artistas têm sido comparados a neurocientistas que tentam descobrir que combinações de cores, sons, palavras, sabores, texturas ou padrões atraem mais o nosso cérebro. Ao invés de conduzir experimentos em um laboratório, um artista usa seu meio de comunicação para uma audiência alvo para expressar algo de significante. Da mesma forma, os educadores podem ser comparados a neurocientistas no sentido de procurarem formas de melhor estimular, informar e moldar a mente de seus estudantes, jovens ou não, no laboratório que é a Escola. O objetivo implícito de toda Educação é transformar o cérebro ampliando a base de conhecimentos e tornando mais eficaz o funcionamento mental, um processo neural difuso conhecido como plasticidade que afeta nosso cérebro de forma estrutural e funcional.
Isso é muito claro: quando aprendemos alguma coisa, modificamos nosso cérebro do ponto de vista bioquímico, sináptico, anatômico e hemodinâmico.
Professores, estudantes, artistas e cientistas assim compartilham de um objeto comum de interesse - o cérebro. A partir dessa perspectiva, então, a questão não é exatamente descobrir se neurocientistas e educadores têm algo em comum, mas, ao invés disso, entender por que esses profissionais permaneceram tão distantes uns dos outros todo esse tempo, até começarem agora a trabalhar juntos.
Parece-me que educadores e cientistas são como carros trafegando em lados opostos de uma rodovia, se preocupando apenas com os obstáculos diretamente frontais, se esquecendo do canteiro central, ainda que dividam a mesma rodovia. O fato é que a maioria dos neurocientistas nunca ensinou crianças em uma sala de aula e grande parte dos professores não cogitam realizar experimentos em laboratório. Mais do que isso é que um indivíduo não precisa ser um professor qualificado para ser um bom cientista, nem conhecer a fisiologia do cérebro para ser um bom professor.
O paradigma natural é que os professores devem trabalhar bem com seus alunos e os cientistas trabalharem bem com os dados, e isso vem sendo feito há séculos. No entanto, se esse paradigma for mantido por ambos os grupos, eles continuarão trafegando em direções opostas a despeito de estarem na mesma rodovia.
O que mudou então? Tecnologia! Vivemos em uma época de disseminação rápida de informação atingindo um ritmo diferente de tudo o que foi testemunhado até hoje. Esta explosão de informação virtual tem afetado todos os aspectos da sociedade moderna, especialmente o compartilhamento da informação científica e como o cérebro do estudante absorve novos conhecimentos. Por isso também responde o surgimento de toda uma nova geração de métodos científicos incluindo a Ressonância Magnética Funcional (RMF), Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) e Magnetoencefalografia (MEG) que permitem o acesso ao funcionamento do cérebro humano em condições 'naturais' em um grau sem precedentes.
Estas novas modalidades de estudar o cérebro nos encoraja a fazer perguntas que não dizem respeito apenas aos níveis elementares da função, mas também para as mais complexas funções cognitivas humanas.
Enquanto os processos cognitivos pertinentes à arte eram primariamente de domínio dos filósofos, hoje nós podemos realmente examinar o que o cérebro está fazendo, como ele executa tarefas, como resolve problemas de matemática, como processa a leitura de um livro ou improvisa uma melodia.
figurapqneuro

Figura 1. Projeção tridimensional da superfície cerebral em processos de ativação e desativação associados à improvisação musical em músicos de jazz através de Ressonância Magnética Funcional [de Limb CJ, Braun AR (2008) Neural Substrates of Spontaneous Musical Performance: An fMRI Study of Jazz Improvisation. PLoS ONE 3(2): e1679].


Nós podemos ainda não ter o conhecimento suficiente para interpretar os dados gerados pelas Neurociências, mas nós certamente temos um melhor senso para qual direção devemos seguir.
Talvez ainda não tenha sido suficientemente enfatizada quão únicas são as oportunidades científicas para a área da Educação nos dias de hoje: temos os métodos disponíveis para estudar a função neural durante as mais variadas tarefas - como pensamos, aprendemos e ensinamos - de forma quantitativa semelhante à forma como os cientistas estudam qualquer outro complexo processo neural.
Nós podemos hoje explicitamente estudar os processos cerebrais que são mais relevantes à educação em um nível nunca antes imaginado. Embora possa demorar cem anos para que possamos entender como o conhecimento neurocientífico pode nos ajudar a ensinar álgebra para alunos do 9 º ano, podemos, pelo menos, começar a nos dirigir por esse caminho. Tendo em vista às importantes descobertas das Neurociências na última década, seria insensato não fazê-lo. E quem poderá saber onde chegarão nossos conhecimentos sobre o cérebro daqui a vinte, cinquenta ou cem anos?
De todos os atributos humanos, a capacidade de elaborar comportamentos não previamente programados está entre os mais fascinantes. A cada dia nós executamos uma série de novos comportamentos não planejados. Esses comportamentos podem ser bastante simples (como ter uma conversa improvisada sobre o clima), ou extremamente elaborados (encontrar uma solução para um problema de longo prazo).
Em muitos aspectos, a criatividade é a chave para a humanidade, é a forma como inovamos, avançamos e crescemos. Se não fosse o espírito criativo seria difícil acreditar que os seres humanos criariam a roda ou as várias formas de gerar e aproveitar a eletricidade. É a criatividade que nos permite resolver problemas e descobrir novas soluções para melhorar velhas soluções. É facilmente perceptível que existem múltiplas formas de criatividade e que cada uma precisa ser estudada de uma maneira diferente se quisermos entendê-las. No entanto, eu penso que os professores não ensinam seus alunos para que eles simplesmente regurgitem os conhecimentos de volta. Da mesma forma que não ensinam modos de pensar para que sejam memorizados pelos seus alunos. A esperança implícita e o objetivo de toda educação é permitir que os alunos sejam capazes de interiorizar e lidar com a informação, recombinando-a de diversas e inovadoras formas habilitando-os a resolver problemas de forma independente. É assim que inovamos e melhoramos a condição humana, é isso que implica ensinar uma criança.
Por várias razões eu passei a me interessar pelos processos neurais ennvolvidos em comportamentos criativos. Eu escolhi utilizar a improvisação musical como uma forma de estudar os processos neurais que envolvem a criatividade, mas espero estar estudando ao mesmo tempo algo maior do que a música, algo para entender como o cérebro capta o que precisa e faz algo diferente, inesperado e maravilhoso.
Através da Neuroeducação, espero que possamos aprender um dia como os cérebros são educados e a maneira mais eficaz para facilitar estes processos. Eu percebo, entretanto, que os cientistas vão continuar a descobrir mais e mais informações e os professores continuarão a fazer o melhor que podem para os seus alunos. No entanto, através destes tipos de esforços, eu aposto que estudantes no ano de 3010 receberão uma educação que, com a ajuda das Neurociências, sofreu uma evolução radical.

© May 2010 The Johns Hopkins University New Horizons for Learning.

Com a permissão do Dr. H. John Castellani do programa Novos Horizontes para o Aprendizado da Universidade Johns Hopkins.
Why Neuroeducation?
Dr. Charles Limb
Professor Associado da Faculdade de Medicina da Universidade John Hopkins
Diretor de Pesquisa em Iniciativas em Neuroeducação da Escola de Educação da Universidade Johns Hopkins Baltimore, EUA
APROVEITE E PARTICIPE DA II JORNADA SOBRE NEUROEDUCAÇÃO QUE IRÁ OCORRER NOS DIAS 23 E 24 D ENOVEMBRO NO RIO DE JANEIRO.
VOCÊ TAMBÉM PODE PARTICIPAR DO I ENCONTRO PAULISTA SOBRE NEUROEDUCAÇÃO QUE ACONTECE NO DIA 23 DE FEVEREIRO DE 2013 EM SÃO PAULO.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Katy Perry canta com fã autista e emociona o público

A cantora Katy Perry emocionou o público presente no show beneficente "Night Of Too Many Stars", promovido por um canal de TV norte-americano com o intuito de arrecadar fundos para escolas e instituições voltadas para crianças diagnosticadas com autismo. 

No concerto, Perry fez um dueto na canção "Firework" com a menina Jodi DiPiazza, que tem apenas 11 anos e foi diagnosticada com um severo grau de autismo ainda bebê. Submetida a um intenso tratamento de terapia musical, a garotinha se desenvolveu e hoje toca piano, canta, e tem como uma de suas maiores ídolas a cantora. 

A apresentação, emocionante, arrancou lágrimas da plateia e foi destacada por Katy Perry como "o momento mais importante de sua carreira". Assista ao vídeo em inglês.






Ministério da Cultura lança coleção de livros 'Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo'

Para democratizar o acesso, a coleção conta com uma versão em áudio na qual é possível ouvir a contação das histórias e/ou acompanhar a audiodescrição das imagens de cada um dos livros.

capa do livro Chapeuzinho da Cadeirinha de Rodas Vermelha

Hoje, o Ministério da Cultura realizou em Porto Alegre o lançamento da coleção de literatura infantil “Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo”, com textos e ilustrações do fisioterapeuta Cristiano Refosco e edição de arte e design gráfico do artista Leandro Selister. A proposta da obra é inovadora e tem foco na educação inclusiva: reúne 11 livros infantis inspirados nos clássicos contos de fadas em uma versão onde os personagens principais possuem algum tipo de deficiência, como a “Chapeuzinho da Cadeirinha de Rodas Vermelha”, a “Branca Cega de Neve” e “Pinóquio das Muletinhas”.

Para democratizar o acesso, a coleção conta com uma versão em áudio na qual é possível ouvir a contação das histórias e/ou acompanhar a audiodescrição das imagens de cada um dos livros.

O objetivo é que a obra possa ajudar a disseminar a cultura da acessibilidade na sociedade, sendo utilizada como instrumento de educação para os pequenos tanto nas escolas quanto no convívio familiar. “Era uma Vez um Conto de Fadas Inclusivo” tem o patrocínio do Banrisul Serviços, AGCO e Grupo Savar, com apoio da Secretaria da Justiça e Direitos Humanos do RS (SJDH-RS).

As onze sinopses das histórias estão disponíveis no site do projeto www.imaginancia.com.br.

Títulos da coleção “Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo”:
- Chapeuzinho da Cadeirinha de Rodas Vermelha (paraplegia)
- Branca Cega de Neve (cegueira)
- O Pequeno Polegar que não Conseguia Caminhar (paralisia cerebral)
- João sem Braços e o Pé de Feijão (malformação congênita)
- Pinóquio das Muletinhas (paralisia cerebral)
- O Segredo de Rapunzel (malformação congênita)
- Cócegas na Floresta – João e Maria (surdez)
- A Bela Amolecida (doença neuromuscular)
- Aladown e a Lâmpada Maravilhosa (síndrome de Down)
- Alice no País da Inclusão (autismo)
- Cinderela sem Pé (malformação congênita)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Filmes sobre Autismo

Sugestões de filmes que abordam questões ligadas à Deficiência e/ou têm Personagens com Deficiência:

AUTISMO

Código para o Inferno
Meu Filho Meu Mundo
O Gênio do Videogame
O Inocente
O Segredo de Adam
Prisioneiro do Silêncio
Rain Man
Refrigerator Mothers
Retrato de Família
Shine – O Brilhante
Tempo de Espera
Testemunha do Silêncio
Um Certo Olhar
Uma Criança Diferente
Uma Família Especial
Uma Viagem Inesperada
Por Fora, Por Dentro
O Enigma das Cartas

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O que é Floortime?

Desenvolvido pelo psiquiatra infantil Stanley Greenspan, Floortime (ao pé da letra tempo no chão) é um método de tratamento que leva em conta a filosofia de interagir com uma criança autista. É baseado na premissa de que a criança pode melhorar e construir um grande círculo de interesses e de interação com um adulto que vá de encontro com a criança independente do seu estágio atual de desenvolvimento e  que o ajuda a descobrir e levantar a sua força.

A meta no Floortime é desenvolver a criança dentro dos 6 marcos básicos  para a plenitude do desenvolvimento emocional e intelectual do indivíduo. Greenspan descreveu os 6 degraus da escada do desenvolvimento emocional como: noção do próprio eu e interesse no mundo; intimidade ou um amor especial para a relação humana; a comunicação em duas vias (interação); a comunicação complexa; as idéias emocionais e o pensamento emocional. A criança autista tem dificuldades em se mover naturalmente através desses marcos, ou subir esses degraus, devido à reações sensoriais exacerbadas ou diminuidas e/ou a um controle pobre dos comandos físicos.

No Floortime, os pais entram numa brincadeira que a criança goste ou se interesse e segue aos comandos que a própria criança lidera. A partir dessa ligação mútua, os pais ou o adulto envolvido na terapia, são instruídos em como mover a criança para atividades de interação mais complexa, um processo conhecido como " abrindo e fechando círculos de comunicação". Floortime não separa ou foca nas diferentes habilidades da fala,  habilidades motoras ou cognitivas, mas guia essas habilidades propriamente, enfatizando o desenvolvimento emocional. A intervenção é chamada Floortime porque os adultos vão para o chão, para poder interagir com a criança no seu nível e olho no olho.

PARA ENTENDER MELHOR - Fotos de uma escola  para autistas nos EUA ( Escola chamada "Celebrando as Crianças") que utiliza o Floortime.



1ª FOTO: Cresça e Brilhe! O professor dançando com o estudante durante o "ciclo da manhã" que ajuda a elucidar as mudanças emocionais, a atenção e a participação.



2ª FOTO: O Tráfego! 3 estudantes na linha de chegada de um jogo chamado: "luz vermelha, luz verde", o qual é usado para reforçar o equilíbrio e o planejamento das habilidades motoras dos estudantes.

 
3ª FOTO: Jogo de Concentração! Um estudante joga travesseirinhos de feijão dentro de um balde, pendurado numa espécie de balanço, como parte de um reforço para estimular o sistema sensorial das crianças e aumentar a capacidade de pensar e se relacionar com situações novas.



4ª FOTO: A Teoria do Fio! A professora "embrulha" o estudante com barbante durante o "ciclo da manhã" quando a criança interage jogando e cantando. Isso ajuda aos estudantes e ao staff a dividir emoções e resolver os problemas.



5ª FOTO: O Plano de Ação! Rotinas visuais como esta da foto são usadas para ajudar e dar suporte as habilidades do estudante em planejar e seguir as atividades a cada dia.



6ª FOTO: Hora de estorinhas! Estudantes e a professora numa hora de relaxamento depois do almoço.


 
7ª FOTO: Relaxando o estresse! Um estudante mais velho mostrado aqui lendo e relaxando as tensões apertando uma bolinha de borracha, assim ele é encorajado a utilizar objetos sensoriais discretos para dar suporte ao seu equilíbrio emocional e ajudá-lo a pensar e participar por longos periodos. O simples uso desse tipo de ferramenta, pode fazer uma grande diferença nas habilidades de serem bem sucedidos nas atividades escolares.



8ª FOTO: Cheque Mate! 2 estudantes mais velhos jogando xadrez nas suas horas de descanso, uma hora em que muitos escolhem participar de atividades intelectuais. Assim os bons amigos estão aprendendo a respeitar as diferenças e reconhecer as suas próprias necessidades sensoriais.



9ª FOTO: Laços que unem! 2 alunos se beijando e se abraçando enquanto se balançam numa gangorra na sala sensorial, onde os alunos são encorajados a trabalhar em pares e se unir em atividades de integração sensorial.



10ª FOTO: O Construtor! Um aluno posa junto a sua escultura feita de macarrão espagueti e marshmallows. Os estudantes constroem estruturas do tipo pirâmides e cubos enquanto aprendem sobre desenho e equilíbrio.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Rede pública do Rio terá escolas bilíngues


- As escolas devem estar preparadas para os eventos que o Rio de Janeiro receberá nos próximos anos. 
Nossos jovens têm o direito de conhecer outras culturas e de se expressar adequadamente também em outras línguas - disse o secretário de Educação, Wilson Risolia.

Os projetos mais avançados são os das escolas especializadas em francês e mandarim. O convênio para a implantação da escola em língua francesa, que deverá funcionar a partir do segundo semestre de 2013, foi assinado há duas semanas entre o governo estadual e o Consulado da França no Rio. O acordo prevê também a implantação de escola bilíngue na França, que vai promover a língua portuguesa.

O acordo para a escola bilíngue de mandarim foi assinado no último dia 25 em Pequim, entre o governo fluminense e a prefeitura da capital. Além da escola no Rio, haverá outra instituição português-mandarim em Pequim.

Em relação às demais unidades, a Secretaria Estadual de Educação ainda não tem detalhes sobre como será feito o ensino bilíngue, quem serão os professores ou onde ficará cada uma.

- As escolas devem estar preparadas para os eventos que o Rio de Janeiro receberá nos próximos anos. 

Nossos jovens têm o direito de conhecer outras culturas e de se expressar adequadamente também em outras línguas - disse o secretário de Educação, Wilson Risolia.

Os projetos mais avançados são os das escolas especializadas em francês e mandarim. O convênio para a implantação da escola em língua francesa, que deverá funcionar a partir do segundo semestre de 2013, foi assinado há duas semanas entre o governo estadual e o Consulado da França no Rio. O acordo prevê também a implantação de escola bilíngue na França, que vai promover a língua portuguesa.

O acordo para a escola bilíngue de mandarim foi assinado no último dia 25 em Pequim, entre o governo fluminense e a prefeitura da capital. Além da escola no Rio, haverá outra instituição português-mandarim em Pequim.

Em relação às demais unidades, a Secretaria Estadual de Educação ainda não tem detalhes sobre como será feito o ensino bilíngue, quem serão os professores ou onde ficará cada uma.

fonte: O Globo