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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Empresa em Tóquio enche o escritório de gatos e com isso diminui estresse dos colaboradores

Essa foi a conclusão feita por um escritório de tecnologia em Tóquio, que já há algum tempo encheu o local com vários bichanos. Mesmo que pareça estranho para uma cidade como Tóquio, que é super povoada e com poucos espaços para bichos de estimação e ainda tem uma série de restrições a criação de pets em apartamentos.

Mas, o proprietário da Ferray Corporation, uma empresa de soluções de internet, confiou em uma resposta positiva dos funcionários caso ela povoasse o escritório com os felinos. E deu certo!

(Fotos postadas no 99jobs)
gatos_escritorio_Ferray_japao_03
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gatos_escritorio_Ferray_japao_10

Até a comunicação entre os funcionários melhorou, além da comprovada diminuição do estresse dos colaboradores pelo contato diários com os gatos. 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Cadela resgatada em estado terminal transforma vida de autista

XENA A CADELINHA GUERREIRA RESGATADA EM ESTADO TERMINAL TRANSFORMOU A VIDA DE UM GAROTO AUTISTA

 “Esses dois estavam destinados a ficar juntos e a salvar um ao outro de uma forma que os humanos, simplesmente, não podem entender". 

Um menino de oito anos de idade, que sofre de autismo, transformou-se de um garoto profundamente inseguro e isolado em um extrovertido “tagarela”, graças à sua amada cachorrinha que foi resgatada em estado quase terminal. Esta linda história foi publicada esta semana no Daily Mail.

Em apenas dois meses, a mestiça de Staffordshire terrier fez com que Jonny Hickey se tornasse “uma criança extremamente feliz, como eu jamais o tinha visto,” conforme as palavras de sua mãe, Linda.

Jonny, residente em Johns Creek, no estado americano da Georgia, mal falava antes de encontrar Xena. Ele costumava passar horas sozinho, brincando com bolinhas de gude em total introspecção e ficava aterrorizado diante de qualquer situação desconhecida para ele.

Cabe à Xena o mérito de ter transformado positivamente a personalidade de Jonny. A cachorra, resgatada em situação deplorável, foi adotada, há dois meses, pela família Hickey. Na época, ela estava sendo cuidada pela equipe de um abrigo de animais. 

Xena lutou para sobreviver e, por isso, ganhou o apelido de “Filhote Guerreiro”. Ela foi encontrada inconsciente, mas respondeu bem ao tratamento com soro e alimentação. Acusações de crueldade estão sendo investigadas. 

Em uma entrevista, Linda Hickey, de 44 anos de idade, mãe de Jonny e de mais um filho, disse ao Today.com: “Esses dois estavam destinados a ficar juntos e a salvar um ao outro de uma forma que os humanos, simplesmente, não podem entender. Desde o primeiro dia, a cachorrinha aconchegou-se em seu colo, no assento do carro, dando-lhe muitos beijos e é onde ela tem estado, desde então”.

Fonte: http://www.anda.jor.br/03/05/2013/cachorrinha-resgatada-em-estado-terminal-e-adotada-por-garoto-autista

“Esses dois estavam destinados a ficar juntos e a salvar um ao outro de uma forma que os humanos, simplesmente, não podem entender".

Um menino de oito anos de idade, que sofre de autismo, transformou-se de um garoto profundamente inseguro e isolado em um extrovertido “tagarela”, graças à sua amada cachorrinha que foi resgatada em estado quase terminal. Esta linda história foi publicada esta semana no Daily Mail.

Em apenas dois meses, a mestiça de Staffordshire terrier fez com que Jonny Hickey se tornasse “uma criança extremamente feliz, como eu jamais o tinha visto,” conforme as palavras de sua mãe, Linda.

Jonny, residente em Johns Creek, no estado americano da Georgia, mal falava antes de encontrar Xena. Ele costumava passar horas sozinho, brincando com bolinhas de gude em total introspecção e ficava aterrorizado diante de qualquer situação desconhecida para ele.

Cabe à Xena o mérito de ter transformado positivamente a personalidade de Jonny. A cachorra, resgatada em situação deplorável, foi adotada, há dois meses, pela família Hickey. Na época, ela estava sendo cuidada pela equipe de um abrigo de animais.

Xena lutou para sobreviver e, por isso, ganhou o apelido de “Filhote Guerreiro”. Ela foi encontrada inconsciente, mas respondeu bem ao tratamento com soro e alimentação. Acusações de crueldade estão sendo investigadas.

Em uma entrevista, Linda Hickey, de 44 anos de idade, mãe de Jonny e de mais um filho, disse ao Today.com: “Esses dois estavam destinados a ficar juntos e a salvar um ao outro de uma forma que os humanos, simplesmente, não podem entender. Desde o primeiro dia, a cachorrinha aconchegou-se em seu colo, no assento do carro, dando-lhe muitos beijos e é onde ela tem estado, desde então”.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Gato ajuda menino autista a sair da sua "concha"


Os animais não param de demonstrar uma capacidade natural para serem os melhores amigos do ser humano. Desta vez, um exemplo dessa capacidade chega-nos através da história do gato Billy e do seu jovem dono Fraser, um menino autista britânico que, graças ao companheiro, conseguiu "sair da concha" e ganhar confiança.
 De acordo com o Daily Mail, Billy e Fraser tornaram-se inseparáveis desde o primeiro dia. A família do menino decidiu adotar o felino depois de este ter sido abandonado pelos antigos donos e salvo por uma associação de proteção animal e, a partir desse momento, a vida de todos tornou-se mais simples.
 
"Ele aparece sempre que o Fraser começa a ficar nervoso, impaciente ou zangado e dá-lhe mimos para o tranquilizar", conta a mãe, Louise Booth, ao diário britânico. "Dizem que os animais conseguem sentir as coisas e é verdade que o 
 
Billy parece saber sempre antes de todos nós quando isso vai acontecer", revela.
Fraser, de quatro anos, foi diagnosticado com autismo quando tinha 18 meses, depois de Louise e o marido, Chris, se aperceberem de que o filho não estava a desenvolver-se tão rapidamente como outras crianças da mesma idade.
A partir desse momento, o menino começou a fazer terapia para aprender a lidar de forma mais tranquila com as atividades do dia-a-dia, que para si podem ser muito complicadas, gerando mudanças repentinas de humor e muitas lágrimas.
 
Porém, a chegada de Billy tem sido um dos elementos-chave dos progressos de Fraser. "Ele tem feito uma diferença total na vida da nossa família. Afastou o stress e trouxe-nos alegria e uma atmosfera de calma. É um gato fantástico", afirma Louise.
 
"Pode parecer estranho, mas o Billy é, verdadeiramente, o guardião do Fraser. A relação deles é muito especial", conclui a mãe, que se dedica a tempo inteiro a cuidar de Fraser e da irmã, Pippa, de 15 meses.
Fonte:

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Cães terapeutas ajudam no tratamento de autistas e pessoas com HIV

O primeiro autista a defender uma tese de mestrado do Brasil, Daniel Ribeiro Jansen Ferreira, de 33 anos, ganhou a labradora Luana há sete anos. O cão ajudou a melhorar a coordenação motora do campineiro e a relação dele com as pessoas. Aos poucos, Jansen, que tem Síndrome de Aspenger, uma forma que afeta menos o lado intelectual do paciente, passou a ganhar confiança e aprendeu a abraçar, o que não fazia antes de ter o animal. Depois de quatro anos, o estudante se formou em biologia na Unicamp em 2003 e dois anos depois defendeu uma tese de mestrado na mesma área.

Essa foi a inspiração para que a mãe dele, Sílvia Ribeiro Jansen Ferreira, fundasse a ONG Ateac (Instituto para Atividades, Terapias e Educação Assistida por Animais de Campinas), onde, uma vez por semana, 700 autistas recebem a visita de cães terapeutas, em três hospitais da cidade. Feliz com a evolução do filho levou Sílvia a sugerir o tratamento para outras pessoas. “Meu filho é autista de auto-atendimento e tinha os movimentos muito limitados, mas depois que ele ganhou o cão começou a sorrir, abraçar e brincar. Senti que isso deveria ser expandido para que outros pais pudessem ter a mesma alegria que eu”, disse a presidente da ONG.
 
Os trabalhos no local são feitos por 68 voluntários, com 63 cães. Exceto a psicóloga, todos os funcionários trabalham sem receber nada em troca, inclusive o adestrador e os três veterinários.

Durante o tratamento, os assistidos podem passar a mão, abraçar e fazer todo o tipo de carinho com os cães e até fazer atividades de agilidade, como pular através de bambolês. Mas o mais importante é a interação. A mãe de David de Jesus Dias, de 13 anos, Rosemeire de Jesus de Souza Oliveira disse que o filho teve um grande desenvolvimento social depois do início do tratamento. “Ele frequenta escola da Adacamp há cinco anos. Desde então ele passou a respeitar as pessoas, a ser mais calmo e dificilmente fica nervoso”, afirma Rosemeire.
A mãe de David disse que o filho tinha medo de alguns cachorros e maltratava outros. “Antes ele queria puxar as orelhas e pernas dos cachorros e de alguns ele tinha medo. Hoje ele só faz carinho e sente saudade quando fica alguns dias sem ir às aulas”, disse Rosemeire. Ela também lembrou uma situação triste do filho, que não se repetiu depois do início do tratamento. “Ele era muito impaciente e tinha muitas crises. Uma vez ele quebrou tudo dentro de casa, hoje isso não ocorre mais. Ele melhorou 90%”, afirmou a mãe de Deivid.

Resultado
O tratamento tem resultados imediatos. “Logo no primeiro contato com os cães, as pessoas geralmente já esboçam um sorriso. As mães falam que as crianças sentem saudade quando vamos embora”, diz a presidente da ONG. Mas as mudanças mais profundas podem ser vistas depois de um trabalho a longo prazo. “É um trabalho de formiguinha e a evolução vem com o tempo através dos gestos, do carinho e da alegria que eles demonstram”, completa Sílvia.
Cães
Os animais que fazem as visitas aos pacientes têm um tratamento especial. Antes de participarem das atividades da ONG, eles passam por uma análise para identificar se o cão não é bravo, nem está doente. Os selecionados também passam por adestramento e treinamentos de socialização. Além disso, todos devem estar com vacinação em dia e tomam banho antes de cada visita.


FONTE: EPTV GLOBO CAMPINAS

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Autismo - Saiba mais sobre a Terapia Assistida com Animais

      O autismo é um transtorno que se apresenta em crianças com cerca de 3 anos de idade, que se caracteriza por alterações na comunicação, na interação social e na imaginação. Apesar de o número de casos crescer cada dia mais, a síndrome é pouco compreendida pelas pessoas. O autismo tem diversos tratamentos que ajudam tanto o portador quanto sua família. Estudos apontam que crianças autistas e cães se comunicam e aprendem o mundo de forma semelhante. Para mostrar como isso acontece, a Jovem Pan Online foi conhecer a terapia assistida por animais, no Projeto Infante do Instituto de Psicologia da USP. 

Confira na reportagem de Márcio Duarte.

domingo, 4 de setembro de 2011

Cães ajudam a diminuir estresse em crianças autistas

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que estes cães podem ajudar crianças autistas em situações sociais e a melhorar a sua rotina diária. Mas o novo estudo é o primeiro a mostrar que eles podem trazer benefícios fisiológicos também.


O autismo é uma série de condições em que as crianças têm problemas para se comunicar, interagir com os outros e se comportar adequadamente em situações sociais.

Os pesquisadores mediram os níveis de cortisol na saliva de 42 crianças com autismo. Normalmente, a produção de cortisol atinge picos cerca de 30 minutos depois que uma pessoa acorda, e diminui ao longo do dia.

A resposta do cortisol ao acordar das crianças foi medida antes, durante e após o cão-guia ser introduzido na família. Os cães foram treinados para serem obedientes e manterem a calma, mesmo em ambientes caóticos.

Os resultados mostram que os cães tiveram um grande impacto sobre os níveis do hormônio do estresse das crianças. Os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, diminuíram nas crianças após um cão-guia ser introduzido na família. Os cães também melhoraram o comportamento das crianças, reduzindo o número de problemas relatados pelos pais.

Nas duas semanas antes de os cães serem trazidos às casas, os níveis de cortisol das crianças aumentaram 58% durante os primeiros 30 minutos acordados. Mas quando os cães estavam presentes, essa resposta foi reduzida para um aumento de apenas 10%. E, após quatro semanas, quando os cães foram retirados das casas, a resposta do cortisol voltou a ter um aumento de até 48%.

Os pais também relataram uma diminuição de comportamentos problemáticos e perturbadores de seu filho, como birras, enquanto o cão estava presente. A média do número destes comportamentos caiu de 33, nas duas semanas anteriores à presença do cão, a 25 enquanto o animal fez parte da família.

Mas, por enquanto, os pesquisadores disseram que o efeito do cortisol reduzido na criança ainda não pode ser determinado. No entanto, estudos com adultos têm ligado aumentos do hormônio ao aumento do estresse geral, e a diminuição do hormônio a um estado mental positivo.

Mais pesquisas precisam ser feitas em crianças autistas para descobrir se estas diminuições nos níveis de cortisol na verdade correspondem a uma mudança nos seus níveis de estresse.

Muitos estudos já apontavam os benefícios dos cães-guias para crianças com autismo, e agora, um dos objetivos dos pesquisadores é saber por que os cães diminuem os níveis de cortisol delas. Por exemplo, pode ser que os cães ajudem as crianças a dormirem melhor, o que pode ter afetado os níveis de cortisol.

Cães da PM ajudam no tratamento de crianças em abrigo do RJ

Cães da PM ajudam no tratamento de crianças em abrigo no RJ (Foto: Leonardo Simplicio/Governo do estado) 
Cães da PM ajudam no tratamento de crianças em
abrigo no RJ (Foto: Leonardo Simplicio/Governo
do estado)
 
Mais do que farejar armas e drogas, os cães do canil do 7º BPM (Alcântara) têm uma missão ainda mais especial: auxiliar na terapia de crianças. Os menores com múltiplas deficiências são atendidos no Centro Integrado da Criança e do Adolescente Portador de Deficiência Professor Almir Madeira, no bairro Barreto, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

As três cadelas mais dóceis realizam o trabalho extra há oito anos, sendo que há seis o trabalho é desenvolvido no centro vinculado à Fundação para a Infância e Adolescência (FIA).

A ideia de usar as cadelas da raça labrador Hanna e Ranger e a golden retriever Luna na cinoterapia (terapia com cães) foi do capitão veterinário Sérgio Braga, responsável pelo canil do batalhão. Sob o comando de policiais, os animais despertam a sensibilidade e estimulam as crianças em atividades como fisioterapia.

Cães da PM ajudam no tratamento de crianças em abrigo no RJ (Foto: Leonardo Simplicio/Governo do estado) 
Cães da PM ajudam no tratamento de crianças em abrigo no RJ (Foto: Leonardo Simplicio/Governo do estado)
 
O projeto foi criado há oito anos pelo capitão veterinário Sérgio Braga, responsável pelo canil do 7º BPM. Ele conta que teve a ideia de criar o tratamento quando percebeu que poderia aproveitar melhor o tempo ocioso dos cães, que fazem saídas esporádicas do batalhão.

De acordo com a diretora do abrigo, Maria Angélica Peixoto, os cães são facilitadores para o trabalho dos profissionais da área de saúde, que desenvolvem diversos tipos de terapias e fisioterapias com as crianças.

Na presença dos animais, as crianças ficam mais relaxadas, o que facilita a fisioterapia, por exemplo, que às vezes é dolorosa. Com o auxílio dos cães, o resultado no tratamento é melhor. Os cães também facilitam a percepção delas e ficam mais bem humoradas.

Segundo o capitão, os animais que antes só saíam do batalhão quando tinham alguma missão, passaram a ser levados para instituições para interagir com crianças, idosos e deficientes. As cadelas já trabalharam no Lar Samaritano, para idosos, e também com deficientes visuais.
 
Os cães são sempre acompanhados desde pequenos por um policial. De acordo com eles, além do benefício para as pessoas atendidas, o trabalho é benéfico também para os PMs e para os cães. Para os policiais, a satisfação vem da alegria das crianças.

Já para as cadelas Hanna, Ranger e Luna, a recompensa vem em forma de carícias e abraços, que ajudam no relaxamento dos animais.

O Centro Integrado da Criança e do Adolescente Portador de Deficiência Professor Almir Madeira atende 33 meninos e meninas com múltiplas deficiências. É o único abrigo público do estado a atender deficientes com sonda de gastronomia.

O espaço abriga crianças e adolescentes especiais em situação de vulnerabilidade social e que são encaminhados pela Justiça como medida de proteção até que as famílias se organizem para poderem recebê-las.

Cães da PM ajudam no tratamento de crianças em abrigo no RJ (Foto: Leonardo Simplicio/Governo do estado) 
Cães da PM ajudam no tratamento de crianças em abrigo no RJ (Foto: Leonardo Simplicio/Governo do estado)