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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

A brincadeira se faz com a vida, e não com produtos comprados



por Renata Penzani


A afirmação é de Gandhy Piorski, pesquisador da cultura de infância. Desde 2003, o maranhense estuda o brinquedo e a brincadeira como valor fundamental da infância. O interesse de Gandhy pelo tema começou no Museu do Brinquedo, em Portugal, se estendeu para o Brasil, e rendeu duas exposições, um projeto de mestrado, diversos seminários e palestras em universidades.

Gandhy é autor do livro “Brinquedos do Chão” (editora Peirópolis, 2016). Nele, o autor investiga as diferentes representações do brincar e defende a liberdade de ser criança, e, principalmente, a imaginação.

Segundo ele, a imaginação é o que constrói a psique da criança, e, se não for estimulada na primeira infância, pode atrofiar e causar danos como adultização precoce.

“A imaginação é a verdade da criança. Para alcançarmos a criança, devemos compreender que a imaginação é um mundo”

Para ele, “os conteúdos da infância estão no porão do olhar cultural”, e seu trabalho vem para chamar a atenção para essa lacuna da sociedade.

Confira a entrevista completa:

Lunetas – No filme “O Começo da Vida”, é marcante a fala de um pai que diz que, “do ponto de vista criativo, a melhor coisa que podemos dar a uma criança é o nada”. Você concorda? Pode falar um pouco sobre?

Gandhy Piorski – O nada é o chão do todo. Assim, é rico de possibilidades, aberto sempre a novos caminhos. Esse espaço é vital para permitir que a criança floresça encontrando, desde si, a larga extensão do mundo. Mas quem permite o nada para a criança deve estar integrado a ele, ser presente e ativo nesse espaço aparentemente vazio. Pois a presença do pai, da mãe, do educador é quem assegura a ambiência, a atmosfera, a confiança, o acolhimento da descoberta, o encontro das novas possibilidades, a investigação que a criança naturalmente quer exercer sobre as coisas, as matérias, os corpos, os gestos, as palavras.

“O excesso de ofertas e atividades, tarefas, deveres escolares, muitos brinquedos, entretenimento, estímulos e mais estímulos, parasita a criança”

O excesso entedia, tira-lhe a autonomia, desvitaliza sua força imaginadora, empreguiça seu auscultar minucioso das coisas mais ínfimas e instrutivas do viver.

O nada é o fazer livre nos lugares de liberdade do corpo, de diversidade tátil, de geografia irregular, de arquitetura mais humana, de convívio comunitário, de experiências na natureza, de cidades mais acolhedoras.

“O brincar se faz com a vida e não com produtos adquiridos em lojas”

Assim também o corpo, sua subjetividade, se constrói integrado à cidade, à natureza, aos ambientes que propiciam a alegria de explorar, aos convívios atentos dos pais e cuidadores.

Lunetas – O excesso de brinquedos prontos limita a imaginação das crianças?
Gandhy – As imagens internas são alimentos vitais para qualquer um de nós. Mas, especialmente na criança, a dinâmica dessas imagens (a imaginação) está mais acessível, mais dada e é a base de suas relações com as coisas e pessoas.

“Imaginação requer espaço, folga, lugares de contemplação, devaneio, solidão, convívio, lugares desafiadores. Todas as coisas que tiram esse direito das crianças são excessos”

Muitas atividades, demasia de informação escolar, deveres e mais deveres a cumprir no dia a dia, com o enfadonho objetivo serem bem-sucedidas num tempo futuro e distante. Do mesmo modo os apelos constantes para o consumo de brinquedos, todas essas coisas estão nos fundamentos primeiros da modernidade, onde o ideário que a sustenta é a produção e a aquisição.

“Inserimos nossas crianças num fluxo vertiginoso de modelamento social, para num futuro serem vitoriosas na geração de produtos e consumo”

Com isso, reprimimos o que elas têm de mais valioso no humano, aquilo do qual elas são as principais depositárias: a poderosa e plástica capacidade de imaginar. Dessa faculdade plástica e anímica é que brota a verdadeira inteligência. Esse é o lugar onde se adubam os valores, onde se constrói a ética pela apreensão estética.

Portanto, excessos de um modo geral obstruem o delicado fluxo imaginador que se espraia da criança para o mundo como uma fragrância, uma brisa, uma suspensão vaporosa que toca-o, enlaça-o buscando contato com ele, enraizamento nele, almejando a integridade dele. Assim, é possível nascer um dizer autêntico advindo de sua própria busca, de seu próprio interesse, de suas próprias afinidades.

“Muitos brinquedos, para a sensível percepção da criança, são como estar ao lado de um tagarela que não dá espaço para os outros falarem”

Lunetas – A criança está sujeita a uma quantidade enorme de estímulos a todo momento. Mas o adulto tem culpa nisso. Como então proporcionar à criança o ambiente propício para que ela apenas possa ser?

Gandhy – Esse é um drama civilizacional. Está em como escolhemos viver. Mas também está para aqueles que estão muito mais limitados em como escolher o modo de vida por barreiras sociais, políticas, educacionais.

“As crianças têm pouca escolha. E isso é trágico, pois estão à mercê dos desejos das épocas, dos pais, das nações. Certamente, o peso da responsabilidade em escolher não é das crianças, é nosso”

Mudar o curso de nossas vidas para criar condições melhores para nossos filhos é nossa tarefa. Modos de trabalho, concepções sobre o tempo, entendimentos sobre o que realmente é aprendizado, senso de vida comunitária, e tantas outras revisões são necessárias para encontrarmos o ambiente propício para que a criança seja ela mesma.



Vamos falar mais sobre o brincar





quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

A importância de brincar sem brinquedo



Um foguete, uma varinha mágica, um trem ou qualquer tipo de animal estão entre as muitas formas que um simples graveto pode tomar pela criatividade e imaginação (principalmente) das crianças. O exercício é importante para o desenvolvimento e para a construção autoral dos pequenos e, ter esta consciência, ajuda os adultos a garantir que haja momentos livres de brinquedos prontos.
“É preciso não planejar tantas atividades e não deixar tantas opções de brinquedos com uma função específica disponível”, afirma Tatiana Weberman, responsável pelo SlowKids, movimento que propõe a desaceleração para a infância. “Deixar menos opções, muitas vezes, é abrir uma porta para a criatividade e uma vastidão de possibilidades.”


Criadora da plataforma de brincadeiras Massacuca, Graziela Iacooca, conta que, ao contrário de muitos adultos, as crianças não precisam de instruções para brincar com objetos do cotidiano. “A nossa proposta é tirar o lúdico de objetos normais, o que a criança sabe fazer. Estamos ensinando os adultos a disponibilizar isso para os pequenos”, comenta.
O caso mais famoso é o tradicional baú de tesouros. Basta uma caixa, balde ou sacola e diferentes objetos da casa, como utensílios de cozinha em tamanhos e materiais variados. “Daí podem sair narrativas de histórias incríveis ou um bolo ou qualquer coisa que a criança queira e ela vai se divertir não apenas com os objetos, mas com a criação”, comenta Graziela.


Os mesmos objetos podem ser também contornados, congelados, ornamentados, mergulhados na água, enterrados e assim por diante. “Não somos exatamente contra brinquedos, mas contra o excesso de brinquedos e contra os que têm uma função específica”, explica.
Um animal bem pequeno, por exemplo, pode ser colocado dentro de uma bexiga com água, congelado e depois se transformar em um ovo a ser quebrado para retirar o bicho de lá de dentro.
O brincar espontâneo é objeto de pesquisa da cineasta Renata Meirelles. Por conta disso, viajou por 9 estados e estabeleceu-se em 14 comunidades diferentes durante 1 a 3 meses para estudar o assunto e produzir o documentário Território do Brincar, lançado este ano. “O foco foi sempre entender o que a criança faz, elas que dizem o que querem nos mostrar”, conta.
Ela e o marido viajaram com os dois filhos, agora com 6 e 8 anos, que também participavam das brincadeiras. Os destinos escolhidos foram locais com pouca estrutura como o Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, ou o Recôncavo Baiano.
“A gente viu muitas que não se utilizam de brinquedos comprados, industrializados, elas reúnem o nada e organizam para compor o que elas brincam”, explica, ainda com o encanto da riqueza percebida. “Nesta busca, ela consegue se ver representada por aquelas coisas que ela fez, compôs, arrumou. Cria um diálogo grande com quem ela é.”


Para ela, há um “sufocamento da própria infância” com a quantidade de brinquedos de que algumas são cercadas. “Mesmo os brinquedos mais comuns, como carrinhos e barquinhos, para os meninos, quando são feitos por eles, com latas, tábuas, chinelos, pneus e uma gama de objetos contam uma história e geram um vínculo diferente.”
Ela conta que impressionam os detalhes, por exemplo, em casinhas com panos colocados como toalhas de mesa e flores para decorar. “Foi incrível a diversidade de composições de brinquedos e brincadeiras”, comenta.
Os filhos levaram uma mala de brinquedos que também eram compartilhados e costumavam interessar às demais crianças. “Certamente se você falar que vai dar, eles querem, mas sabem distinguir. Eles dizem, por exemplo, que brinquedo comprado ‘quebra’, ou seja, os deles, em sua percepção, são apenas modificados.”
Para ela, entre tantas lições do projeto Território do Brincar, uma bastante clara é que a infância precisa do ócio e da ausência de brinquedos prontos para que possam acessar os próprios desejos, vontades e interesses. “Elas conseguem concretizar na prática seus sonhos com sua imaginação.”

Fonte: Carta Capital

Brincar de fazer comidinha é criar banquetes cheios de natureza e imaginação





por Ana Carolina Thomé e Rita Mendonça


Reunir pessoas para um banquete é sempre especial. Já pensou reunir pessoas para brincar de comidinha feita de terra e outros elementos da natureza?!
Assim é a oficina Cozinha da Floresta, que realizamos periodicamente. E apreciamos ainda mais quando essa brincadeira acontece em local de natureza abundante. É nesse cenário que nós e as famílias – muitas crianças! – podemos coletar ingredientes frescos e variados para “nossos pratos”. E, enquanto a coleta acontece, as crianças observam o entorno, descobrem detalhes, pesquisam texturas para propor consistências, cores e formas que vão adornar seus menus.
Mas, na verdade, a brincadeira pode acontecer em qualquer lugar. Mesmo que não seja rico em ingredientes – sementes, frutos, flores e folhas – podemos fazer uma coleta antecipada. De qualquer forma, o que não podemos esquecer é que cada época do ano oferece tipos diferentes de ingredientes. E esse olhar para a diversidade também é faz parte do aprendizado e da brincadeira.
Com o espaço preparado, as crianças e suas famílias são convidadas a participar da Cozinha. Sao convidadas a brincar. E, por mais que já tenhamos feito esses encontros muitas vezes, sempre nos surpreendemos com as relações que surgem durante a atividade. 
Os pequenos sempre chegam muito curiosos. Já pegam um potinho e uma colher de pau, enchem de terra, e começam a fazer misturas. Encanta-nos observar os gestos e a qualidade dos movimentos enquanto a criança está inteira e presente em sua ação. 
Os maiores chegam, geralmente, recusando entrar na brincadeira. “Já sou grande para isso!”, dizem e se distanciam, mas observando a brincadeira. Aos poucos – e, às vezes, sem perceber -, se aproximam. Ajudam numa mexidinha aqui, colocam um ingrediente ali. Quando menos esperamos elas estão em meio a brincadeira, inteiras e experimentando tudo. “Passe aquela semente, por favor?!”. “Gostaria de um pouco mais dessa flor”. 
E os adultos? Quando damos início à brincadeira e os convidamos todos para participar – “Vamos brincar?!” -, são eles que imediatamente levantam as mãos e dizem “SIM!”. Mas claro que existem aqueles que não se entregam logo no começo: observam, ficam por perto, vez ou outra pegam um ingrediente, o oferecem, ajudam a mistura-lo…
Por outro lado, há adultos que são coletores profissionais. Saem para explorar o entorno e voltam cheios de ingredientes. Começam fazendo isso para ajudar os filhos, mas logo estão contribuindo com os demais grupos. 
Brincar de comidinha é um ato que, quase de forma uníssona, perpassa a cultura da Infância. Difícil encontrar quem, nesse período da vida, não brincou assim, não tenha se reunido com outras crianças para fazer banquetes de natureza e imaginação.
É incrível como essa também é uma atividade que desenvolve o senso estético pois, em geral, os pratos preparados são sempre bem decorados, explorando padrões e características de diferentes elementos, buscando uma beleza orgânica.
Preparar o alimento talvez tenha sido a principal atividade coletiva que deu origem à formação dos grupos humanos, quando estávamos aprendendo a ser Homo sapiens, há mais de 200 mil anos. Por isso que, brincar de fazer comida, juntos, em família, com amigos, permite às crianças vivenciar algo essencial de nossa experiência ancestral. 
Fotos: Ana Carol Thomé

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

O processo de aprendizagem no brincar segundo Vygotsky

Para Vygotsky O brincar, tão característico da infância, traz inúmeras vantagens para a constituição da criança, proporcionando a capacitação de uma série de experiências que irão contribuir para o desenvolvimento futuro da mesma. Vygotsky buscou compreender a origem e o desenvolvimento dos processos psicológicos ao longo da história da espécie humana, levando sempre em conta a individualidade de cada sujeito, o qual está imerso no meio cultural que o define. Para ele, o homem constitui-se enquanto ser social e necessita do outro para desenvolver-se. Vygotsky, ao longo de sua obra, discute aspectos da infância, destacando-se suas contribuições acerca do papel que o brinquedo desempenha, fazendo referência a sua capacidade de estruturar o funcionamento psíquico da criança.

Para Vygotsky, o brincar está intimamente ligado ao processo de aprendizagem. Brincar é aprender; na brincadeira, reside a base daquilo que, mais tarde, permitirá à criança aprendizagens mais elaboradas. O lúdico torna-se, assim, uma proposta educacional para o enfrentamento das dificuldades no processo ensino-aprendizagem.

Segundo Vygostsky (1998), para entendermos o desenvolvimento da criança, é necessário levar em conta as necessidades dela e os incentivos que são eficazes para colocá-las em ação. O seu avanço está ligado a uma mudança nas motivações e incentivos, por exemplo: aquilo que é de interesse para um bebê não o é para uma criança um pouco maior. A criança satisfaz certas necessidades no brinquedo, mas essas necessidades vão evoluindo no decorrer do desenvolvimento. Assim, como as necessidades das crianças vão mudando, é fundamental conhecê-las para compreender a singularidade do brinquedo como uma forma de atividade.

O processo de aprendizagem no brincar segundo Vygotsky 

Conforme Vygotsky (1998, p. 126), “é no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de uma esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não pelo dos incentivos fornecidos pelos objetos externos”. A criança se torna menos dependente da sua percepção e da situação que a afeta de imediato, passando a dirigir seu comportamento também por meio do significado dessa situação: “a criança vê um objeto, mas age de maneira diferente em relação àquilo que vê. Assim, é alcançada uma condição em que a criança começa a agir independentemente daquilo que vê” (VYGOTSKY, 1998, p. 127). No brincar, a criança consegue separar pensamento (significado de uma palavra) de objetos, e a ação surge das ideias, não das coisas. Por exemplo: um pedaço de madeira torna-se um boneco. Isso representa uma grande evolução na maturidade da criança.

Vygotsky propõem então que a criança se relaciona com o significado em questão, com a ideia, e não com o objeto concreto que está ao seu alcance. O brinquedo fornece, assim, uma situação de transição entre a ação da criança com objetos concretos e as suas ações com significados. Fator importante, como já discutido anteriormente, para o desenvolvimento da criança. Essa separação do significado do objeto se dá de maneira espontânea: a criança não percebe que atingiu esse desenvolvimento mental. Dessa forma, por meio do brinquedo, a criança começa a compreender a definição funcional de conceitos ou de objetos, e as palavras passam a se tornar parte de algo concreto. Vygotsky (1998) fala ainda que a criança experimenta a subordinação às regras ao renunciar a algo que deseja, e é essa renúncia de agir sob impulsos imediatos que mediará o alcance do prazer e das responsabilidades na brincadeira.

Fonte: https://www.soescola.com/2018/10/o-processo-de-aprendizagem-no-brincar-segundo-vygotsky.html?fbclid=IwAR2Aso2vMnYAZgg6RfDuOxI3M8BFGKU9BaygEL6U6LREcg8Nm5vAK-tW35U

3a. Jornada Baiana sobre Autismo




Dia: 26 e 27 de abril de 2019 (sexta e sábado)
Horário: 26/04 (13h às 17h) e 27/04 (8h às 17h)
Local: Estácio FIB - Auditório S1 - Campus Gilberto Gil - Rua Xingu, 179 - Jardim Atalaia/STIEP - Salvador (como chegar - mapa)
Carga Horária do certificado de participação: 13 horas.

CONTATO:
E-mail: contato@creativeideias.com.br
Telefone: (21) 2577 8691 - (21) 980684462 (Somente WhatsApp) - Atendimento de segunda a quinta, das 9h às 18h. Sexta a Domingo não há atendimento!

PÚBLICO ALVO:
Profissionais e Estudantes de Graduação e/ou Pós das áreas de saúde e educação, Familiares, e demais interessados no assunto.

CRONOGRAMA (sujeito a alterações):
Sexta*
13h às 14h - Credenciamento
14h às 15h20 - Palestra
15h20 às 15h30 - Intervalo
15h30 às 17h - Palestra
Sábado*
8h às 9h - Credenciamento
9h às 12h20 - Palestra
12h20 às 13h50 - Almoço Livre
13h50 às 15h20 - Palestra
15h20 às 15h30 - Intervalo
15h30 às 17h - Palestra
17h - Encerramento
* Horário e Cronograma sujeitos a alterações!


PROGRAMA DO CURSO:
Sexta - 26/04*
XAguardando confirmação do palestrante
XXXXX - Aguardando o conteúdo do palestrante
XAguardando confirmação do palestrante
XXXX - Aguardando o conteúdo do palestrante

Sábado - 27/04*
O Desenvolvimento Psicomotor no Transtorno do Espectro Autista
Felipe Paschoal - Professor de Educação Física Escolar com enfoque na Psicomotricidade e Neurociências, visando as questões motoras, cognitivas e afetivas dos indivíduos auxiliando no processo educacional para a formação crítica dos mesmos na sociedade através de um correto e coerente desenvolvimento psicomotor. Pós Graduação Latu-Sensu: Neurociência da Aprendizagem; Psicomotricidade

Estratégias de Material Adaptado e de Mediação Escolar
Thiago Araújo -
Especialista em Psicopedagogia pela AVM/UCAM;  Aprofundamento em Psicopedagogia e Neurociências pelo Alumni INEPPSIN - Nadia Bossa; Certificado em Autismo pela Extensão da PUC-Rio; Brinquedista formado pela Brinquedoteca do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) e pela Abbri (Associação Brasileira de Brinquedoteca); Mediador Escolar pela Associação de Apoio à Pessoa Autista (AAPA) e Movimento Uniforme; Pós-Graduando em Autismo pelo CBI; Formado em Artes Cênicas pela FAETEC; Arte Educador;  Voluntário da Brinquedoteca do HUPE/UERJ; Sócio Diretor da Creative Ideias.

Estimulação da linguagem em crianças não verbais
Fga. Ms. Juliana Rocha - Fonoaudióloga formada pela UNEB (2006); Especialista em Práticas Docentes (2010);  Docente de Linguagem e Psiquiatria dos Centros Universitários Unijorge e Unime - Salvador (desde 2009); Docente da Pós em Linguagem da IDE – Bahia (desde 2016); Coord. Do Ambulatório de Autismo do Instituto de Saude - Unijorge (desde 2010); Mestre em Saúde Pública (2013); Fonoaudióloga da Ciranda – Centro de Integração da Infância (desde 2016).

OBSERVAÇÃO: Se, por motivo de doença, falecimento ou outro fator impeditivo, qualquer um dos palestrantes contratados para o evento não puder apresentar-se, fica ajustado que a comissão organizadora providenciará a substituição por outro profissional. Caso haja algum problema operacional em relação ao local do evento, fica ajustado que a comissão organizadora providenciará a substituição por outro local.
 

INVESTIMENTO PARA OS 2 DIAS DE EVENTO (Jornada Completa) - para pagamento até a data limite e limitado a capacidade total do auditório - de R$ 200,00 por:
  • até 21/12/2018 - de R$ 200,00 por:
R$ 150,00 - individual (cartão) 
R$ 120,00 - individual (depósito)
R$ 100,00 - por inscrito (depósito) - grupo a partir de 4 pessoas 

 

  • até 21/03/2019
R$ 170,00 - individual (cartão) 
R$ 150,00 - individual (depósito)
R$ 130,00 - por inscrito (depósito) - grupo a partir de 4 pessoas

 

* ATENÇÃO! Caso o grupo seja desfeito, ou algum integrante não confirme o pagamento, e com isso o número mínimo de 4 pessoas não seja atingido, os demais integrantes devem arcar com a diferença da inscrição individual!

INSCRIÇÕES E PAGAMENTO: 

http://creativeideias.com.br/3a-jornada-baiana-sobre-autismo




9º Seminário Mineiro sobre Autismo



DATA E HORÁRIO:

16 de março de 2019 - 8h às 17h

LOCAL:

(Local a confirmar) Teatro João Paulo II - PUC Minas - R. Dom José Gáspar, 500 - Bairro Coração Eucarístico, Belo Horizonte - MG. - (MAPA - COMO CHEGAR)  

CARGA HORÁRIA:

9 horas (certificado digital de participação)

INFORMAÇÕES:

Telefone: (21) 2577 8691 | (21) 980684462 (WhatsApp) - Atendimento de segunda a quinta, das 9h às 18h. Sexta a Domingo não há atendimento!

PÚBLICO ALVO:

Profissionais e estudantes das áreas da saúde e da educação; pais e familiares e demais pessoas interessadas nos assuntos abordados.

HORÁRIO*:

Sábado*
8h às 8h40 - Credenciamento
8h40 às 9h50 - Palestra
9h50 às 10h - Intervalo
10h às 11h10 - Palestra
11h10 às 11h20 - Intervalo
11h20 às 12h30 - Palestra
12h30 às 13h50 - Almoço Livre
13h50 às 17h - Palestra
17h - Encerramento
* Horário e Cronograma sujeitos a alterações!

PALESTRANTES:


Material Adaptado através do Brincar

Thiago Araújo - Especialista em Psicopedagogia pela AVM/UCAM;  Aprofundamento em Psicopedagogia e Neurociências pelo Alumni INEPPSIN - Nadia Bossa; Certificado em Autismo pela Extensão da PUC-Rio; Brinquedista formado pela Brinquedoteca do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) e pela Abbri (Associação Brasileira de Brinquedoteca); Mediador Escolar pela Associação de Apoio à Pessoa Autista (AAPA) e Movimento Uniforme; Pós-Graduando em Autismo pelo CBI; Formado em Artes Cênicas pela FAETEC; Arte Educador; Voluntário da Brinquedoteca do HUPE/UERJ; Sócio Diretor da Creative Ideias.

PEI para Alunos com TEA 

Michele Jóia - Pedagoga; Psicopedagoga Clínica e Institucional; Educadora Especial - Especialista em Autismo; Coordenadora do Projeto Criar Recriar - Promoção e Prevenção de Saúde e Educação de inclusão em escolas particulares regulares. Autora do livro "A Inclusão de Crianças na Escola Particular Regular". Curso de Qualificação em ABA - Análise do Comportamento Aplicada ao Transtorno do Espectro Autista e Desenvolvimento Atípico.

Estimulação da linguagem em crianças não verbais

Juliana Rocha - Fonoaudióloga formada pela UNEB; Especialista em Práticas Docentes; Docente de Linguagem e Psiquiatria dos Centros Universitários Unijorge e Unime; Docente da Pós em Linguagem da IDE – Bahia; Coord. do Ambulatório de Autismo do Instituto de Saúde - Unijorge; Mestre em Saúde Pública; Especializanda em Terapia Analitico-comportamental; Docente da Pós em TEA e da Pós em Linguagem FNH e IEPSI.

O Desenvolvimento Psicomotor no Transtorno do Espectro Autista

Felipe Paschoal - Professor de Educação Física Escolar com enfoque na Psicomotricidade e Neurociências, visando as questões motoras, cognitivas e afetivas dos indivíduos auxiliando no processo educacional para a formação crítica dos mesmos na sociedade através de um correto e coerente desenvolvimento psicomotor. Pós Graduação Latu-Sensu: Neurociência da Aprendizagem; Psicomotricidade


INVESTIMENTO (para pagamento até a data limite e mediante a lotação do auditório):

ATÉ 21/12/19 - de R$ 100,00 por:

R$ 80,00 - individual (cartão) em até 3x sem juros
R$ 70,00 - individual (depósito)
R$ 50,00 - por inscrito (depósito) - grupo a partir de 4 pessoas*

• Até 01/03 e NO DIA DO EVENTO (caso ainda tenha vaga, NÃO serão aceitos pagamentos em depósito/DOC, os mesmos serão devolvidos)
R$ 100,00 - individual (cartão) 

* ATENÇÃO! Caso o grupo seja desfeito, ou algum integrante não confirme o pagamento, e com isso o número mínimo de 4 pessoas não seja atingido, os demais integrantes devem arcar com a diferença da inscrição individual!


INSCRIÇÕES E PAGAMENTO:  

http://creativeideias.com.br/9o-seminario-mineiro-sobre-autismo