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quarta-feira, 31 de maio de 2017

O autismo se manifesta de forma diferente em meninas

SHANNON FAGAN VIA GETTY IMAGES
Girl Sitting on Porch Swing

Os critérios utilizados para diagnosticar o autismo são baseados nos comportamentos sobretudo masculinos. Assim, casos mais leves em meninas estão sendo confundidos com outros transtornos, como TOC e TDAH.
Até recentemente, o caso da famosa zootecnista americana Temple Grandin, conhecida mundialmente por seu trabalho de conscientização do autismo, era considerado exceção. Afinal, pela visão tradicional do autismo, de cada cinco crianças que apresentam o distúrbio, apenas uma é menina - sendo que, geralmente, nelas os sintomas se manifestam de forma mais severa. Entre as pessoas com autismo e inteligência acima da média, como Temple, a proporção é ainda mais discrepante: somente uma em cada dez é menina. Recentemente, no entanto, a ciência passou a rever essas estatísticas. Estudos mostram que o mais provável é que as meninas que apresentam autismo de alto funcionamento estão escapando do radar dos médicos.
Pesquisadores holandeses investigaram de 2.275 pacientes com o transtorno e constataram, em 2012, que os casos mais leves (conhecidos como Síndrome de Asperger), são identificados em média 20 meses mais tarde em meninas. No mesmo ano, cientistas do King´s College, de Londres, analisaram os diagnósticos de 15 mil pacientes e constataram que as meninas precisam apresentar dificuldades comportamentais ou intelectuais mais severas para serem diagnosticadas, o que diminui consideravelmente a chance de entrarem para a extremidade mais funcional do espectro.
A principal razão para essa dificuldade na identificação dos sintomas nas meninas está no simples fato de que os critérios de avaliação foram feitos com base em padrões essencialmente masculinos. Um dos primeiros sinais buscados por especialistas nas avaliações, por exemplo, é o interesse específico incomum. Enquanto em meninos isso fica evidente, nas garotas passa facilmente despercebido, pois elas tendem a direcionar seu interesse a assuntos que não necessariamente são considerados estranhos para sua faixa etária.
Mas o fator que mais atrapalha o diagnóstico está no comportamento social das meninas com autismo: de forma diferente dos meninos, elas conseguem disfarçar suas dificuldades sociais com sua habilidade especial em copiar o comportamento de outras meninas. Essa camuflagem tende a ser mantida durante a vida acadêmica e mesmo mais tarde, no ambiente de trabalho.
Assim, tentam se ajustar às regras sociais com estratégias mais intelectuais e menos intuitivas. De acordo com as pesquisadoras Judith Gould and Jacqui Ashton-Smith - duas referências mundiais no estudo do autismo em mulheres -, além dessa habilidade de mímica, as garotas do espectro, diferentemente dos meninos, tendem a se envolver quando pequenas em brincadeiras de faz de conta e se engajar em um mundo de fantasia e imaginação com facilidade.
A professora Francesca Happé, do departamento de Neurociência Cognitiva do Kings College, acredita que a camuflagem social típica feminina é um dos principais entraves para a identificação precoce dos casos leves. Ela defende que os médicos investiguem mais profundamente o comportamento entre as meninas, procurando saber o nível de ansiedade e stress que as interações sociais provocam. Happé acredita que fator cultural também possa exercer um papel nessas diferenças, já que as expectativas com relação às interações sociais e comunicação entre meninas é mais alta, o que pode levar a um estímulo maior desde cedo.
O que acontece com frequência é a interpretação errada de sintomas como ansiedade, problemas alimentares e comportamentos rígidos e repetitivos nas consultas médicas. Assim, muitas garotas atravessam a infância e a puberdade sem saber a real origem de suas dificuldades sociais e sem receber os estímulos adequados para desenvolverem as questões mais desafiadoras. Muito comumente são diagnosticadas com transtorno obsessivo compulsivo (TOC) ou recebem o diagnóstico-curinga de transtorno de hiperatividade e déficit de atenção (TDAH) - que devido a seus critérios amplos e subjetivos é identificado de forma rápida e superficial, o que ajuda a mascarar as reais causas dos sintomas relacionados.
Também é bastante comum que se encaixem no perfil de distúrbios alimentares. Uma meta-análise de 2015 liderada pela pesquisadora Kate Tchanturia, também do King´s College, contatou que 23% das meninas com anorexia nervosa apresentaram sintomas de autismo. Essa relação se dá como consequência de vários fatores: a típica aversão a vários tipos de alimentos, a ansiedade, medo de crescer e sair de perto dos pais, dificuldade em aceitar as mudanças no corpo e busca por mais aceitação social na adolescência.
Segundo Happé, a ciência tem muito a descobrir sobre como o transtorno se manifesta nas mulheres. Afinal, se as meninas da ponta funcional do espectro não estão sendo reconhecidas, também são pouco estudadas. Mas essa escassez de informações está com os dias contatos. Pesquisadores das Universidades de Harvard, da Califórnia e de Washington estão conduzindo uma ampla pesquisa longitudinal para investigar todos os aspectos possíveis de como o autismo se manifesta em meninas desde a infância até o início da idade adulta.
Segundo o cientista Kevin Pelphey, diretor do departamento de Neurociências de Desenvolvimento da Universidade de Yale, os resultados iniciais já estão comprovando que tudo o que a ciência sabia sobre o autismo é verdade apenas para meninos. O fato de autistas usarem áreas diferentes do cérebro para processar informações sociais - como gestos e movimentos oculares - não se aplica entre meninas. O que já puderam perceber é que meninas do espectro apresentam atividade cerebral reduzida, com relação a garotas típicas, em áreas relacionadas à socialização. Mas em um nível que, em meninos, poderia ser considerado dentro da curva da normalidade.
Existem também evidências de que em meninas o fator genético é mais forte - uma conclusão que resulta da constatação de que elas têm uma chance bem maior de ter irmãos com traços autistas que o contrário. Alguns também defendem a relação do transtorno com a exposição a altos níveis de certos hormônios, como testosterona: um estudo sueco de 2015 apontou que mulheres com ovários policísticos têm 59% mais chances de ter um filho com autismo.
A boa notícia é que o assunto emergiu com força e grande repercussão. Hoje, diversos pesquisadores ao redor do mundo, inclusive mulheres com autismo funcional e pais de meninas com o mesmo diagnóstico, estão determinados a desvendar o cérebro autista feminino. Essa nova perspectiva irá facilitar, muito em breve, identificação precoce e, assim, tratamentos mais eficazes e dirigidos às necessidades específicas das meninas.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Coluna do dia: DIAGNÓSTICO, POR ONDE COMEÇAR? O que esta oculto, precisa ser revelado e a tempo.



 
Ola queridos amigos, que mês intenso, é com um grande prazer que escrevo essa coluna a cada quinze dias e dessa vez trago alguns fatos que ocorreram na instituição AAPA e que pra mim por um lado foi doloroso e outro de um alívio.
 
Quando comecei a escrever estava passando por uma turbulência pessoal muito grande,  um descaso e porque não dizer uma certa coação diante de meus atos e posicionamentos com relação a instituição, bom,  seria natural escrever pra extravasar, mas ai uma parte bem maior que existe em mim falou; esqueci isso e mantenha seu foco no seu trabalho,  não nessas pessoas que nem sequer possuem a noção do que é ter um filho com autismo quanto mais 150 filhos e filhas com autismo, pense apenas neles se preocupe com eles, e foi o que fiz e vou relatar pra vocês o que não podemos mais esperar, mão vou colocar nomes em respeito as famílias e por não ter uma autorização por escrito,  hoje em dia é muito importante, então usarei iniciais apenas.
 
A grande realidade quando falamos de Autismo é que existe uma ENORME interrogação em nossas mentes,  mas algo que sempre lutei e exigi na instituição me comprovou que eu não estava louca,  como alguns médicos diziam, um exame de ressonância magnética, todos que iniciam o tratamento na AAPA e que me pedem orientação vão receber esse encaminhamento, porque?  Pelo simples fato de que acredito e reforço que existem dois tipos de autismo e mais de 29 síndromes que se confundem com o mesmo, sendo que hoje vemos cada vez mais crianças com diagnostico de autismo sem ser,  e o pior como no caso do querido P,  com 8 anos,  laudo de autismo,  criança saudável, e de repente duas funções pararam, e os médicos já numa internação diagnosticaram como desmielinização cerebral,  e apos dois meses de internação P veio a falecer, nunca antes sua família havia sido solicitada a fazer a ressonância, nem exames mais aprofundados de genética, o que poderia ter dado condições de descobrir o processo neuronal e quem sabe prolongado os anos de P, fiquei tão frustrada por não ter tido tempo para ajudar essa família que chegou até a mim com um pedido desesperado de socorro,  pois tinham sido indicados a me procurar devido as minhas pesquisas no assunto, fiquei dias remoendo em não ter tido tempo, e ao conversar com meu amigo e terapeuta Carlos sobre o caso e como poderíamos prevenir outros,  recebo uma outra mãe do meu pequeno D, 6 anos,  me procurando pra me apresentar a tomografia e a ressonância e com os olhos cheios de lagrimas me agradecendo pela insistência em fazer o exame quando todos os médicos diziam que não era necessário, apos 4 meses lutando ela conseguiu que o medico liberasse o pedido e o fez e no dia que o pequeno D fez o exame ainda na sala de espera veio a noticia do médico, - mãe seu filho precisa ficar internado e ser operado ainda hoje, pois ele têm um coágulo no cérebro.

O choque maior em seu relato foi as palavras do próprio médico que dizia não ser necessário, no que ela me informou, Emanoele ele disse, agradeça a moça que insistiu mo exame porque se demorasse mais uns 10 dias seu filho não estaria mais aqui conosco.

Receber o pequeno D de volta hoje foi uma alegria em meu coração e uma certeza de que um eu consegui chegar a tempo,  sei que não sou médica, sou uma pesquisadora que ama a medicina e não teve condições de fazer a faculdade dos sonhos, mas pelo menos encaminhar e explicar o porquê eu posso, hoje sei que D não é autista e iniciamos nossa nova jornada agora para a descoberta de sua real síndrome.

No caso do pequeno J,  7 anos também chegamos a tempo e apos 5 anos como autista descobrimos pelos exames investigativos sua síndrome e que existe medicação apropriada para tal,  e hoje vejo ele se desenvolvendo,  comportamento e social totalmente recuperados, mas acima de tudo,  fora de perigo.
 
Como sempre digo para as mães, um diagnostico é apenas um dentre tantos, mas o diagnóstico correto é único no real tratamento e intervenção apropriada de sua criança podendo trazer benefícios para a vida.
Ate quando os médicos ficaram achando que investigação e pesquisa são desnecessárias?
Famílias exijam os exames básicos antes de fechar um diagnóstico, ou iniciar uma medicação, isso pode fazer a diferença em todo o desenvolvimento de seu filho.
Ate a próxima!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Novo método diagnostica autismo em crianças de 1 ano

Bebê

Sydney - Um grupo de cientistas decifraram uma série de padrões biológicos que possibilitam o diagnostico do autismo em crianças menores de um ano, segundo uma pesquisa apresentada nesta quinta-feira na cidade australiana de Adelaide.

A pesquisa, divulgada durante a Conferência para o Autismo na Ásia-Pacífico, mostra como a rede genética interrompe a produção de células cerebrais que acarretam nesta doença, que afeta um em cada 100 crianças em maior ou menor medida.

Esta descoberta representa um grande avanço para diagnosticar o autismo, cuja identificação dos primeiros sintomas "é complexa e complicada", segundo Eric Courchesne, professor de neurociência da Universidade da Califórnia.

"É o primeiro descobrimento em genes cerebrais e nos mostra que o sistema genético poderia ser um fator importante para futuras pesquisas de tratamentos, no desenvolvimento de evidências adiantadas do autismo", afirmou o pesquisador ao canal australiano "ABC".

Segundo Courchesne, com estas técnicas de diagnóstico adiantadas, a doença poderia ser identificada em crianças de um a dois anos, ao invés da atual fase: entre os três e cinco anos.

"Isto significa que elas vão passar a receber um tratamento antes e, por isso, terão um melhor resultado", apontou.

O investigador declarou que as redes genéticas podem apresentar uma maior compreensão da doença e, inclusive, em algum dia, chegar a uma prevenção.

"Durante anos me perguntei qual é o sistema que causa o autismo, e tenho que dizer que este é um descobrimento muito emocionante", finalizou Courchesne.

Fonte: Info

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Novos critérios diagnósticos para o autismo




A última edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais ,o chamado DSM-V, inclui algumas mudanças significativas para os critérios diagnósticos para o autismo, agrupando várias doenças anteriormente separadas em um guarda-chuva. Se você ou seu filho estão no espectro do autismo ou você está no processo de ser diagnosticada, é importante entender essas mudanças no DSM-V, as razões para a nova definição, e como as mudanças podem afetá-lo.

►Novos Critérios Diagnósticos para Transtorno do Espectro do Autismo

Quando um médico ou psicólogo dão o diagnóstico alguém com autismo, ele ou ela compara o comportamento do indivíduo com os critérios estabelecidos no DSM. Se o comportamento se encaixa na descrição listados no texto, então o indivíduo pode ser diagnosticado com um Transtorno do Espectro do Autismo.

A nova revisão do DSM incluída uma definição diferente de TEA (ASD em inglês). Para ser diagnosticado com TEA, o indivíduo deve ter exibido sintomas que começam na infância precoce, e esses sintomas devem comprometer a capacidade do indivíduo em função da sua vida e do dia-a-dia.

►Os déficits sociais e de comunicação
A fim de receber um diagnóstico de Transtorno do Espectro do Autismo, uma pessoa deve ter as três seguintes déficits:

● Problemas de interação social ou emocional alternativo - Isso pode incluir a dificuldade de estabelecer ou manter o vai-e-vem de conversas e interações, a incapacidade de iniciar uma interação, e problemas com a atenção compartilhada ou partilha de emoções e interesses com os outros.
● Graves problemas para manter relações - Isso pode envolver uma completa falta de interesse em outras pessoas, as dificuldades de jogar fingir e se engajar em atividades sociais apropriadas à idade e problemas de adaptação a diferentes expectativas sociais.
● Problemas de comunicação não-verbal - o que pode incluir o contato anormal dos olhos, postura, expressões faciais, tom de voz e gestos, bem como a incapacidade de entender esses sinais não-verbais de outras pessoas.

►Comportamentos repetitivos e restritiva
Além disso, o indivíduo deve apresentar pelo menos dois destes comportamentos:
● Apego extremo a rotinas e padrões e resistência a mudanças nas rotinas
● Fala ou movimentos repetitivos
● Interesses intensos e restritiva
● Dificuldade em integrar informação sensorial ou forte procura ou evitar comportamentos de estímulos sensoriais

DSM-V Mudanças para desordens do espectro autista

A última revisão do DSM vai ser lançado Agora em maio de 2013, mas muitos profissionais já estão trabalhando fora das revisões propostas. Há algumas mudanças significativas para a definição de autismo.

Um Transtorno, ao invés de cinco...
Anteriormente, havia cinco transtornos do espectro do autismo, cada um dos quais tinha um diagnóstico único: Transtorno Autista ou autismo clássico, Transtorno de Asperger ,Transtorno Invasivo do Desenvolvimento - Sem Outra Especificação ( PDD-NOS ), Síndrome de Rett, Transtorno Desintegrativo da Infância...

Na última revisão do DSM, esses transtornos não existirá como diagnósticos distintos no espectro do autismo. Em vez disso, com exceção da síndrome de Rett, eles vão ser incluídos no diagnóstico de "Transtorno do Espectro do Autismo." Síndrome de Rett vai se tornar uma entidade própria e deixará de ser parte do espectro do autismo.
De acordo com a Associação Americana de Psiquiatria DSM-V Development Team , os padrões para o diagnóstico de transtornos do espectro do autismo mudaram por várias razões:

● Embora seja possível distinguir claramente a diferença entre as pessoas com TEA’s e aqueles com o funcionamento neurotípico, é mais difícil de diagnosticar os sub-tipos válidos e consistente.

● Uma vez que todas as pessoas com transtornos do espectro autista exibem alguns dos comportamentos típicos, é melhor para redefinir o diagnóstico por gravidade do que ter um rótulo completamente separado.

● Um único diagnóstico de TEA reflete melhor o atual pesquisa sobre a apresentação e patologia do autismo.

Alterações principais critérios diagnósticos

A versão anterior do DSM tinha três critérios principais para diagnóstico:
● Desafios de Linguagem
● Déficits sociais
● Comportamentos estereotipados ou repetitivos

O novo DSM terá apenas duas áreas principais: ● comunicação social e os ● déficits e os comportamentos fixos ou repetitivos

O DSM-V DevelopmentTeam explica que é difícil separar os déficits de comunicação e os déficits sociais, uma vez que estas duas áreas se sobrepõem de forma significativa. A comunicação é frequentemente utilizado para fins sociais, e os déficits de comunicação podem afetar drasticamente o desempenho social.

Os atrasos de linguagem não faz parte do Diagnóstico
Anteriormente, um atraso de linguagem foi um fator significativo no diagnóstico de autismo clássico. Além disso, os indivíduos com Transtorno de Asperger não poderia ter um atraso de linguagem, a fim de receber esse diagnóstico.

A nova versão do DSM não incluem atraso de linguagem como um critério para o diagnóstico. Devido atrasos de linguagem podem ocorrer por muitas razões e não foram consistentes em todo o espectro do autismo, a Equipe de Desenvolvimento DSM-V sentiu que eles não devem ser necessária para o diagnóstico.

Como essas mudanças podem afetar você?

De acordo com Autism Speaks ,existem algumas maneiras essas revisões poderiam afetá-lo:

● A Associação Psiquiátrica Americana ainda não indicou que aqueles que já têm um diagnóstico de TEA será capaz de manter este diagnóstico. Isto significa que algumas pessoas podem precisar de ser reavaliado para ver se cumprem os novos critérios.

●Aqueles com síndrome de Asperger, que deixará de ser um diagnóstico,pode querer continuar a usar este rótulo para se descrever. A comunidade de Asperger é bem estabelecida, e mudando o nome pode ser inconveniente e incômodo. Não está claro se esta etiqueta continuará a ser usado informalmente.

●Os requisitos rigorosos para os sintomas centrais do TEA pode resultarem menor número de pessoas diagnosticadas. Isto pode afetar especialmente o diagnóstico de crianças pequenas, que ainda não pode mostrar todos os sinais de autismo.

Se você tiver preocupações sobre se você ou seu filho pode perder o seu diagnóstico, contate o seu médico para obter mais informações. Apenas o seu médico conhece os sintomas específicos que afetam você ou seu filho.

► Verdadeiramente um Espectro
Embora a definição de autismo está mudando, as características principais da doença permanecem as mesmas. Uma vez que as pessoas com todos os níveis de autismo apresentam muitas das mesmas características, mas variam no grau ao qual eles exibem eles, os novos critérios DSM-V pode refletir melhor que o autismo é um espectro de, ao invés de um grupo de doenças distintas.


Referencia:
Por Kate Miller-Wilson
Criteria for Autism in the DSM-V
http://autism.lovetoknow.com/



Venha debater conosco sobre a síndrome no Autismo Therapy, que irá ocorrer nos dias 29, 30 e 31 de agosto de 2013, no Rio de Janeiro.