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sexta-feira, 16 de maio de 2025

PL pretende incluir medicações para autismo na Farmácia Popular




O Projeto de Lei 4436/24 propõe a inclusão de medicamentos para o tratamento do autismo no programa Farmácia Popular. A Câmara dos Deputados está analisando o texto, que pretende definir que farmácias credenciadas deverão oferecer medicamentos para comorbidades como insônia, hiperatividade, ansiedade e agressividade.
Segundo a Agência Câmara de Notícias, a lista de medicamentos será revisada constantemente para incluir novas terapias mais eficazes e o Ministério da Saúde será responsável por regulamentar a atualização da lista.




 

IA vai mesmo curar todas as doenças dentro de dez anos?

 Dentro de apenas dez anos, o Prêmio Nobel de Química Demis Hassabis pretende curar todas as doenças com ajuda da inteligência artificial (IA) – pelo menos é o que se tem lido na internet. O cofundador e diretor executivo da Google DeepMind, especializada em IA, foi entrevistado sobre vários aspectos dessa tecnologia no programa 60 Minutes, da emissora americana CBS News.

Juntamente com o colega John M. Jumper, inglês de 48 anos desenvolveu na DeepMind o modelo de IA AlphaFold2, capaz de prever as estruturas de praticamente todos os 200 milhões de proteínas atualmente conhecidas. Essas substâncias desempenham uma série de funções biológicas, e distúrbios em sua produção, estrutura ou função podem resultar em patologias. A descoberta valeu à dupla o prêmio de química em 2024.
No diagnóstico baseado em imagens de tomografia computadorizada, a IA reconhece muito mais rapidamente a presença de alterações patológicas, explica Florian Geissler. A técnica também ajuda no caso de efeitos colaterais inesperados numa combinação de medicamentos, possibilitando otimizar os métodos de tratamento.
A inteligência artificial tem ainda o potencial de reduzir a carga sobre o sistema de saúde, "por exemplo resumindo automaticamente as conversas com os pacientes e preparando relatórios estruturados para as caixas de saúde", diz o pesquisador. "Isso poupa tempo precioso do sistema de saúde. Aqui a IA terá um papel decisivo.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Pesquisadores identificam padrões de gênero em casos recorrentes de autismo entre irmãos



Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, divulgaram um estudo em que identifica padrões de gênero em casos recorrentes de transtornos do espectro autista (TEA) entre irmãos.

Embora as razões ainda não sejam conhecidas, o estudo reforçou a visão de que se um casal tem um filho ou uma filha com autismo, é maior a chance da segunda criança também o desenvolver, e que meninos são muito mais suscetíveis ao autismo que meninas.

A pesquisa consiste no cálculo dos riscos cruzados em que se verifica se o gênero do primogênito diagnosticado com autismo de alguma forma se traduz em uma maior ou menor chance de que seu irmão ou irmã também tenha o transtorno. Para isso, os pesquisadores analisaram dados de mais de oito anos de pedidos de reembolsos feitos por clientes de uma grande empresa americana de seguro de saúde.

Ao todo, foram identificadas quase 1,6 milhão de pares de irmãos nos dados da empresa, ou cerca de 3,2 milhões de crianças. Destas crianças, aproximadamente 39,5 mil em 37,5 mil foram diagnosticadas com autismo – o equivalente a 1,25% do total –, sendo identificada uma razão de 4,10 meninos com o distúrbio para cada menina.

Já em relação à recorrência entre irmãos, os pesquisadores tiveram como base 21 mil famílias com dois filhos em que a criança mais velha foi diagnosticada com TEA. Segundo os cálculos, o maior risco está em pares menina-menino, com 16,7% do filho mais novo ser autista se sua irmã mais velha também for. Em pares menino-menino o risco diminui para 12,9%. Já no caso menina-menina está em 7,6% e menino-menina é de 4,2%.

Ainda que não tenham encontrado uma razão que explique essa incidência, os pesquisadores alertaram que, apesar dos riscos, a ocorrência de autismo é relativamente rara.  “Mesmo no grupo de maior risco, meninos com irmã mais velha autista, as chances são de cinco para uma de que a criança não seja afetada”, explicou Nathan Palmer, instrutor de informática biomédica da Escola de Medicina de Harvard e principal autor do estudo.


segunda-feira, 2 de março de 2015

Menina enxerga pela primeira vez após receber células-tronco

por Simone Tinti

 Reprodução

Nesta semana, uma notícia voltou a chamar novamente a atenção para o uso de células-tronco. Dakota Clarke, uma garota inglesa de 2 anos, passou a enxergar após passar por um tratamento na China. Cega de nascença, ela tinha uma deficiência rara no nervo ótico e, após a terapia com células de cordão umbilical, as quais foram injetadas em sua corrente sanguínea, começou a ver formas e cores de objetos.
De acordo com notícia da BBC, o tratamento custou cerca de 40 mil dólares e foi feito pela empresa americana de biotecnologia Beike Biotech, que atua em 24 hospitais chineses. Para conseguir o dinheiro, os pais de Dakota, Darren e Wilma, arrecadaram doações. Eles mantêm um blog sobre a história da filha e acreditam que o tratamento tem funcionado como “milagre”.

O método usado para tratar Dakota é chamado de IV. Segundo o jornal britânico Daily Telegraph, o IV é alvo de críticas de muitos médicos e considerado ainda experimental. O jornal informa que apenas 15 pessoas até agora receberam esse tratamento. O diretor de comunicação da Beike Biotech, John Hakim, declarou que a própria empresa não acreditava que o método seria capaz de realizar tantos benefícios e que o uso do método será repensado a partir de agora.

Para Salmo Raskin, presidente da Sociedade Brasileira de Genética Médica, o caso causa estranheza do ponto de vista científico. “Na ciência, estamos acostumados a ver as coisas caminharem mais lentamente, após anos de estudos. E esse tratamento aconteceu muito rapidamente. Não há publicações científicas sobre esse uso específico das células-tronco. Tudo ainda é muito novo nessa área”, diz. Ele também chama atenção para o fato da empresa, apesar de ser americana, ter parcerias apenas na China, onde as normas são menos rígidas. “A impressão é de que o estudo ainda está na fase experimental”, afirma.

Fonte: Revista Crescer
 

sábado, 21 de dezembro de 2013

Brasileiro que reverteu a doença em laboratório diz que tratamento é possível, mas faltam recursos





Pesquisa. O cientista brasileiro Alysson Muotri trabalha em seu laboratório de medicina regenerativa, na Universidade da Califórnia, Estados Unidos, para desvendar o autismo
Foto: Arquivo Pessoal


Pesquisa. O cientista  brasileiro  Alysson  Muotri  trabalha  em  seu 
laboratório de  medicina regenerativa, na  Universidade da Califórnia, 
Estados Unidos, para desvendar o autismo / Arquivo Pessoal

Existem no Brasil dois milhões de pessoas diagnosticadas com autismo, segundo estimativas. Nos Estados Unidos, os números são oficiais: a incidência é de uma em cada 88 crianças. Por trás das estatísticas, estão familiares e pacientes, que se esforçam todos os dias para lidar com o transtorno neurológico, que afeta a comunicação, a sociabilidade e o comportamento. Mas que agora enxergam uma luz no fim do microscópio: um jovem cientista brasileiro, Alysson Muotri, de 38 anos, radicado nos Estados Unidos, está surpreendendo o mundo acadêmico com suas pesquisas que desenvolveram neurônios derivados de pacientes autistas e os reverteu ao estado normal. Os resultados do experimento mais recente, de janeiro, estão em fase de revisão e devem ser publicados ainda este ano. Atualmente, uma campanha no Facebook, liderada por pais de crianças com autismo, busca apoio do governo brasileiro às suas pesquisas.

O que o motivou a pesquisar sobre autismo?
A capacidade social humana é única entre as espécies. Pesquisar o autismo e outras síndromes que afetam o lado social é uma forma de ganhar conhecimento sobre a complexidade do cérebro social humano. Foi isso que me motivou a estudar o autismo inicialmente. Hoje em dia, minha motivação vem do potencial da pesquisa em ajudar os pacientes e familiares. Nasci ouvindo que o espectro autista não tem cura, mas, para mim, isso é um mito.

Em 2010, você e sua equipe conseguiram acompanhar o desenvolvimento de neurônios derivados de pacientes com a Síndrome de Rett, uma forma mais grave de autismo, e revertê-los ao estado normal. Como isso aconteceu?
A partir da tecnologia de reprogramação celular do pesquisador japonês Shynia Yamanaka. Células adultas são revertidas ao estado embrionário, como ferramentas para entender a origem de doenças neurológicas. Reproduzimos neurônios do espectro autista usando a tecnologia de Yamanaka e conseguimos corrigir o defeito genético nos neurônios, evitando o aparecimento das “características autistas”.

Este ano, vocês fizeram o mesmo com células de pacientes com o autismo clássico. Quais as diferenças e semelhanças entre as pesquisas? Houve avanços?
O trabalho, ainda não publicado, basicamente revela a mesma coisa. Fomos mais fundo dessa vez e descobrimos um gene novo implicado nos defeitos neuronais. Mais ainda, revelamos que em alguns casos de autismo clássico existem vias bioquímicas que são comuns à síndrome de Rett. Estamos empenhados, agora, em implementar uma triagem de drogas automatizada, procurando por novos medicamentos que sejam seguros para uso clínico.

Encontrar a descoberta de uma droga eficaz é, hoje, uma questão de tempo ou de financiamento?
Certamente uma questão de financiamento. Temos o modelo e as bibliotecas químicas, mas precisamos de financiamento para juntar as duas coisas. No meu laboratório, leva-se anos para testar algumas drogas manualmente. Queremos testar milhares de drogas em poucos meses usando métodos automáticos.

Seria possível considerar um prazo estimado para que sua pesquisa se reverta em uma medicação disponível para venda no mercado?
O prazo estimado é de 10 anos, incluindo os ensaios clínicos e considerando que teremos uma nova droga experimental nos próximos 2, 3 anos.

Já existe interesse de laboratórios farmacêuticos?
Estamos namorando com alguns, mas ainda não há nada de concreto. A indústria farmacêutica tem medo de entrar num negócio novo e arriscado, e prefere esperar pelos avanços da academia, o que é mais vagaroso. Esse tem sido o quadro atual na minha constante busca por captação de recursos. Muitos laboratórios farmacêuticos hoje focam em doenças como câncer ou de metabolismo (hipertensão, obesidade etc). É preciso uma mudança de paradigma.

Muitos falam em epidemia de autismo, com 1 em cada 88 crianças diagnosticadas dentro do espectro nos EUA. Há alguma explicação para o aumento do número de casos?
Ainda é cedo para falar em epidemia. Os números podem representar uma melhora do diagnóstico, conscientização dos médicos ou mesmo interesse dos pais em classificar crianças menos afetadas dentro do espectro autista para conseguir recursos financeiros do governo americano. É um quadro complexo e temos que esperar pesquisas nos próximos anos para entender se o número de crianças autistas está de fato aumentando. Se for confirmado, pode realmente ser algo ambiental que ainda desconhecemos.

Você não acha que, para um percentual de casos tão alto, pouco investimento se fez até hoje? No Brasil, especialmente?
Com certeza. O autismo custa anualmente US$ 35 bilhões para a sociedade americana, porém, são investidos apenas US$ 100 milhões em pesquisa. É uma discrepância muito alta. Não tenho ideia dos números no Brasil, mas imagino que o investimento seja muito menor. Acho que o quadro de autismo atual pede um plano nacional de ataque.

É verdade que você e a mãe de um rapaz autista trabalham num projeto de um centro de excelência no Brasil?
Sim, é verdade. É um mega projeto, de um centro com diversos departamentos, incluindo pesquisa, treinamento médico, tratamento, educação, capitalização de recursos . Dentro de cada um desses departamentos, autoridades no assunto serão responsáveis por manter um ciclo multidisciplinar, por exemplo: o grupo de educação irá ate uma cidade explicar aos médicos o que é o autismo. Alguns desses pediatras receberão treinamento pra diagnóstico. Novos casos serão encaminhados ao centro, onde a família vai receber apoio e pode optar por incluir o paciente em pesquisa. Diversas pesquisas estarão acontecendo, incluindo potenciais ensaios clínicos e estratificação do espectro autista baseado em, por exemplo, genética e comportamento. Essa é uma visão geral. Mas acho que é uma forma de agregar as diversas ideias e atividades sobre autismo no Brasil, que, ao meu ver, estão pulverizadas. Essa falta de organização faz com que o movimento pró-autista no Brasil não tenha força política.

Você firmou recentemente uma parceria com a Microsoft, que estaria interessada em contribuir com suas pesquisas. Como isso poderia acontecer?
A ideia é usar a parceria da Microsoft no desenvolvimento de uma plataforma inteligente para leitura e quantificação automática das sinapses formadas nas culturas de neurônios em laboratório. Seria a automatização de mais um passo do processo. A biologia já provou que o modelo funciona, precisamos agora da engenharia para acelerar e otimizar o caminho.

Fonte: Jornal O Globo

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Com nove vetos, Dilma Rousseff sanciona Ato Médico




Agência Brasil (Brasília) - A lei que regulamenta o exercício da medicina, o chamado Ato Médico, foi sancionado pela presidenta Dilma Rousseff, com vetos. O texto aprovado, que estabelece atividades privativas dos médicos e as que poderão ser executadas por outros profissionais de saúde, está publicado na edição desta quinta-feira (11) do Diário Oficial da União (DOU).

O Artigo 4º, considerado o mais polêmico e que motivou protestos de diversas categorias da saúde, como fisioterapeutas, enfermeiros e psicólogos, teve nove pontos vetados, inclusive o Inciso 1º, que atribuía exclusivamente aos médicos a formulação de diagnóstico de doenças. A classe médica considera que esse ponto era a essência da lei. Já para as demais categorias o trecho representava um retrocesso à saúde.

Pela lei, ficou estabelecido que caberá apenas às pessoas formadas em medicina a indicação e intervenção cirúrgicas, além da prescrição dos cuidados médicos pré e pós-operatórios; a indicação e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo acessos vasculares profundos, as biópsias e as endoscopias. Também será de exclusividade médica a sedação profunda, os bloqueios anestésicos e a anestesia geral.

Já entre as atividades que podem ser compartilhadas com profissões da área da saúde não médicas estão o atendimento a pessoas sob risco de morte iminente; a realização de exames citopatológicos e emissão de seus laudos; a coleta de material biológico para análises laboratoriais e os procedimentos feitos através de orifícios naturais, desde que não comprometa a estrutura celular.

Ontem, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ressaltou a regulamentação da atividade, mas defendeu a manutenção do "espírito de equipes multiprofissionais, com outros conhecimentos e competências, que são o conjunto das profissões de saúde".

terça-feira, 25 de junho de 2013

Pesquisa clínica: Fator de Crescimento trata modelo de rato autismo


Growth factor : IGF-1, which is marketed as a growth hormone, may also treat certain forms of autism. O factor de crescimento: o IGF-1, que é comercializada como uma hormona de crescimento, podem também tratar certas formas de autismo.


Insulin-like growth factor 1 (IGF-1), a drug approved for use in children with short stature, reverses neurological deficits in mice with an autism-linked mutation in the SHANK3 gene, according to a study published 27 April in Molecular Autism 1 . Insulin-like growth factor 1 (IGF-1), uma droga aprovada para uso em crianças com baixa estatura, reverte déficits neurológicos em camundongos com uma mutação ligada ao autismo no SHANK3 gene, de acordo com um estudo publicado em 27 de abril, em Molecular Autism 1 .
 
Mutations in SHANK3 are present in as much as one percent of people with autism. Mutações no SHANK3 estão presentes na medida em que um por cento das pessoas com autismo. The gene is deleted in Phelan-McDermid syndrome, a disorder characterized by intellectual disability, seizures and, often, autism. O gene é eliminado na síndrome de Phelan-McDermid, uma doença caracterizada pela deficiência mental, convulsões e, muitas vezes, o autismo.
 
The results provide support for a small ongoing clinical trial testing the effect of IGF-1 on autism symptoms in children with Phelan-McDermid syndrome and autism. Os resultados fornecem suporte para um pequeno ensaio clínico em curso testando o efeito do IGF-1 sobre os sintomas do autismo em crianças com síndrome de Phelan-McDermid e autismo.
 
The researchers presented preliminary results from this study at the 2011 International Congress of Human Genetics in Montreal, Canada. Os pesquisadores apresentaram os resultados preliminares deste estudo no 2011 International Congress of Human Genetics em Montreal, no Canadá.
 
SHANK3 encodes a protein that stabilizes connections at neuronal junctions, or synapses . SHANK3 codifica uma proteína que estabilize as ligações nas junções neuronais, ou sinapses . There are as many as five different mutant SHANK3 strains, each lacking a different region of the gene . Each of these strains is characterized by distinct but overlapping symptoms. Existem tantos como cinco diferentes SHANK3 estirpes mutantes, cada falta de uma região diferente do gene . Cada uma destas estirpes é caracterizado por sintomas distintos, mas sobrepostos.
 
The new study focuses on a strain that lacks one copy of SHANK3. O novo estudo centra-se em uma linhagem que não tem uma cópia do SHANK3. These mice show impaired signaling at synapses , but only modest changes in behavior, including mild social deficits and problems with motor skills. Estes ratos mostram prejudicada sinalização nas sinapses , mas apenas pequenas mudanças no comportamento, incluindo déficits sociais leves e problemas com as habilidades motoras.
 
After 13- to 15-day-old mice are injected with IGF-1 daily for two weeks, the mice regain the ability to modify their synapses in response to experience. Depois de 13 - a ratos de 15 dias de idade, são injectados com o IGF-1 por dia durante duas semanas, os ratinhos recuperar a capacidade de modificar as suas sinapses, em resposta à experiência. This process, called long-term potentiation, underlies learning and memory. Este processo, conhecido como potenciação de longo prazo, subjacente aprendizagem e da memória. The mice also recover a type of signaling that activates neurons, which relies on a family of receptors called AMPA. Os ratos também recuperar um tipo de sinalização que ativa os neurônios, que se baseia em uma família de receptores chamados AMPA.
 
One of the limitations of the study is that this mouse model has few behavioral deficits in the first place, the researchers say. Uma das limitações do estudo é que este modelo de mouse tem poucas déficits comportamentais, em primeiro lugar, dizem os pesquisadores. However, the treated mice do regain the ability to balance on a rotating rod, which may indicate an improvement in the motor deficits seen in autism. No entanto, os ratos tratados não recuperar a capacidade de se equilibrar uma haste rotativa, o que pode indicar uma melhoria dos défices motores observados no autismo.
 
News and Opinion articles on SFARI.org are editorially independent of the Simons Foundation. Notícias e artigos de opinião sobre SFARI.org são editorialmente independente da Fundação Simons.

Referências:

1: Bozdagi O. et al. 1: Bozdagi O. et ai. Mol. Mol. Autism 4 , 9 (2013) PubMed Autismo 4, 9 (2013), PubMed